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IN MONO: Mini editorial TANDANSSE

Entrevista exclusiva Luís Buchinho

Tudo sobre  a próxima Primavera-Verão 2010 e OutonoInverno 2010-2011

Moda Made in Portugal

Posts Tagged ‘Jean Paul Gaultier’

Splatter Splash!

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DRIES VAN NOTEN                    KRIS VAN ASSCHE

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JEAN PAUL GAULTIER                    EMPORIO ARMANI

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PAUL SMITH                KENZO

Tudo para a Primavera-Verão 2011

imagens: style.com

A ascese do mundano

Os símbolos e iconografias da nossa sociedade sempre foram alvo de reinvenções e reproduções no mundo das artes. Deles surgem criticas, interpretações, mensagens contra o estado de coisas e questionamentos de valores. Estes gritos são importantes. Eles precedem a mudança, lançam a controvérsia, pretendem abanar consciências e dar-nos outros prismas acerca de ideias que estão enraizadas e pré-estabelecidas.

O vestido de casamento e o véu, últimos símbolos da virgindade, da subserviência da mulher perante o homem e deus, embelezam-na, mas, em última instância, empobrecem-na. Retiram-lhe identidade, objectizam-na. A mulher, o casamento e todos os simbolismos a eles associados, reflectem o último requinte da ortodoxia, da permanência de valores desactualizados e do perpetuar de ritos, cuja origem nada tem a ver com a contemporaneidade. Hoje não passam disso, de símbolos, de ritos, desligados da sua génese, que encaramos inebriados pela sua descaracterização. Acho que nada melhor que estas imagens para ilustrar esta reflexão.

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Sasha Pivovarova e Natasa Vojnovic por Craig McDean para Vogue Paris Abril 2006

O “Futuro” como em 1982

A moda tenta sempre superar-se a si mesma. A procura pelo novo e pelo fresco é incessante e torna-se uma obsessão dos criadores e dos críticos, e todos nós bem sabemos o que é uma front row aborrecida. O futurismo está na ordem do dia, e acaba por estar presente, directa ou indirectamente, em quase tudo o que sai, desde colecções a produções. Mas não é “moda” dos tempos que correm: é um tema que foi já revisitado em várias décadas passadas, apesar da nostalgia que nos trouxeram os anos 2000. Trata-se então um exercício, uma tentativa de abstracção do presente e a reinvenção das formas, dos materiais, das sociedades, dos ambientes e de todas as outras incontáveis variáveis que influenciam o que vestimos.

Pois em 1982, um livro chamado “Fashion 2001” (de Lucille Khornak) desafiou vários designers conceituados da época a imaginarem como seria a moda no novo milénio, resultando em vários looks que pretendiam prever o que se vestiria neste início de século. O fim foi algo previsível, claro. Foi difícil fazer o desmame dos 80’s e claramente, em 2001, a maior parte das roupas pareceriam fora de moda. Jean-Charles de Castelbajac pareceu, no entanto, conseguir algo próximo da silhueta e materiais que marcaram essa altura. Com maior ou menor acurácia, vir do “futuro” espreitar estas previsões acaba por ser um privilégio.

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JEAN-CHARLES DE CASTELBAJAC

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GIANNI VERSACE

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ISSEY MIYAKE

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JEAN PAUL GAULTIER

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THIERRY MUGLER                    CLAUDE MONTANA

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GIORGIO ARMANI                   GIVENCHY

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GIANFRANCO FERRÉ                     PIERRE CARDIN

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KARL LAGERFELD POUR CHLOÉ                    BASILE

fotografia          LUCILLE KHORNAK

fonte: thefashionspot

Holy Heels

BALENCIAGA          .          RODARTE          .           PRADA

GIVENCHY           .          YVES SAINT LAURENT          .          VERSACE

PROENZA SCHOULER          .          MIU MIU          .          JEAN PAUL GAULTIER

FENDI           .           CHANEL           .            CALVIN KLEIN

OUTONO-INVERNO 2010-2011

imagens: style.com