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Destaques

IN MONO: Mini editorial TANDANSSE

Entrevista exclusiva Luís Buchinho

Tudo sobre  a próxima Primavera-Verão 2010 e OutonoInverno 2010-2011

Moda Made in Portugal

Posts Tagged ‘Gianfranco Ferré’

The Leather’s touch

LA SOPHISTICATION CLASSIQUE DE GIANFRANCO FERRÈ

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L’AUSTÈRITÉ MINIMAL GLAM DE CÉLINE

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LE DOUCE BIKER DE VERSUS

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LE LADYLIKE DE LOUIS VUITTON

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LE BRUN EN BRUNETTE DE LANVIN

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LE CROC ÉQUESTRE D’HERMÈS

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LE ROMANCE ORGANIQUE D’HAIDER ACKERMANN

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LE VAMPIRESQUE RIGOUREUX DE GIVENCHY

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LA MATURE INNOCENCE DE CHLOÉ

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LE FUTURISTE SYNTHÉTIQUE DE BALENICIAGA

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LE GOTH DE ANN DEMEULEMEESTER

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LE ROYALE MILITAIRE DE BALMAIN

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imagens originais: vogue.co.uk

O “Futuro” como em 1982

A moda tenta sempre superar-se a si mesma. A procura pelo novo e pelo fresco é incessante e torna-se uma obsessão dos criadores e dos críticos, e todos nós bem sabemos o que é uma front row aborrecida. O futurismo está na ordem do dia, e acaba por estar presente, directa ou indirectamente, em quase tudo o que sai, desde colecções a produções. Mas não é “moda” dos tempos que correm: é um tema que foi já revisitado em várias décadas passadas, apesar da nostalgia que nos trouxeram os anos 2000. Trata-se então um exercício, uma tentativa de abstracção do presente e a reinvenção das formas, dos materiais, das sociedades, dos ambientes e de todas as outras incontáveis variáveis que influenciam o que vestimos.

Pois em 1982, um livro chamado “Fashion 2001” (de Lucille Khornak) desafiou vários designers conceituados da época a imaginarem como seria a moda no novo milénio, resultando em vários looks que pretendiam prever o que se vestiria neste início de século. O fim foi algo previsível, claro. Foi difícil fazer o desmame dos 80’s e claramente, em 2001, a maior parte das roupas pareceriam fora de moda. Jean-Charles de Castelbajac pareceu, no entanto, conseguir algo próximo da silhueta e materiais que marcaram essa altura. Com maior ou menor acurácia, vir do “futuro” espreitar estas previsões acaba por ser um privilégio.

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JEAN-CHARLES DE CASTELBAJAC

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GIANNI VERSACE

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ISSEY MIYAKE

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JEAN PAUL GAULTIER

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THIERRY MUGLER                    CLAUDE MONTANA

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GIORGIO ARMANI                   GIVENCHY

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GIANFRANCO FERRÉ                     PIERRE CARDIN

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KARL LAGERFELD POUR CHLOÉ                    BASILE

fotografia          LUCILLE KHORNAK

fonte: thefashionspot

Le Retour de la Femme Fatale

Vestida de preto ou vermelho, lábios consonantes, anda determinada, oculta as fragilidades. Esta mulher está presente no imaginário da moda, fotografia e cinema desde o século passado, e já foi alvo de incontáveis reinvenções. Heroína ou vilã, a astúcia e beleza desta mulher domina o homem e a sedução é a mais poderosa arma para alcançar os seus objectivos. Apesar de ser um ponto de vista masculino da mulher, é uma interessante fonte de inspiração.

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LANVIN

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DSQUARED2

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GIVENCHY

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GIANFRANCO FERRÉ

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BOTTEGA VENETA

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ANTONIO BERARDI

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DONNA KARAN

imagens: style.com

Gentlemen and Gentlemen, A próxima estação já começou

Gianfranco Ferré: O cabedal e as peles estiveram presentes, mesmo nos looks mais improváveis. A silhueta oscilou entre o fitted, por vezes com cintos a demarcar ainda mais a cintura, outras vezes mais loose, mas nunca descontraída, aliás, toda a colecção transparece uma postura opulenta e chic. O destaque vai mesmo para as peles, colocadas sobre trenches ou por baixo de blazers, sempre a dar ao look um ar muito mais luxuoso e sofisticado. Só para alguns homens.

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Jil Sander: Sempre com sobriedade, minimalismo e inovação,  as roupas sobressaem pelo detalhe, e há sempre detalhes que estão presentes em quase todas as peças. Parece que esta estação foi a vez da desconstrução dos fechos e botos dos casacos, como que aplicados ou cosidos a dar uma ideia de orgânico-arquitectónico. As cores, como sempre, oscilaram entre o preto, cinzento, nude e branco. E Jil Sander é isso mesmo, muito mais que cor.

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Burberry Prorsum: O brit de sempre, desta vez em silhuetas menos marcadas, mais oversized. O pêlo, o cabedal em vários tons e adereços metálico-militares estiveram quase omnipresentes, em conjunto com os habituais elementos do homem Burberry.

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Dolce&Gabbana: Raramente falamos de Dolce&Gabbana no TANDANSSE, porque não nos desperta assim tanta atenção, mas esta estação não pudemos escapar aos efeitos hipnóticos do look operário do início do séc. XX, que se fazia aparecer nas botas, boinas, malhas e sobretudo nas calças, que ou muito nos enganamos ou vão fazer as delícias não só de quem as veste. As cores tresandam ao negro fabril, castanhos, cinzas e pretos, e mais uma vez os casacos oversized sobressaem como outerwear de eleição.

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