Posts Tagged ‘Gianfranco Ferré’
The Leather’s touch
LA SOPHISTICATION CLASSIQUE DE GIANFRANCO FERRÈ
L’AUSTÈRITÉ MINIMAL GLAM DE CÉLINE
LE DOUCE BIKER DE VERSUS
LE LADYLIKE DE LOUIS VUITTON
LE BRUN EN BRUNETTE DE LANVIN
LE CROC ÉQUESTRE D’HERMÈS
LE ROMANCE ORGANIQUE D’HAIDER ACKERMANN
LE VAMPIRESQUE RIGOUREUX DE GIVENCHY
LA MATURE INNOCENCE DE CHLOÉ
LE FUTURISTE SYNTHÉTIQUE DE BALENICIAGA
LE GOTH DE ANN DEMEULEMEESTER
LE ROYALE MILITAIRE DE BALMAIN
imagens originais: vogue.co.uk
O “Futuro” como em 1982
A moda tenta sempre superar-se a si mesma. A procura pelo novo e pelo fresco é incessante e torna-se uma obsessão dos criadores e dos críticos, e todos nós bem sabemos o que é uma front row aborrecida. O futurismo está na ordem do dia, e acaba por estar presente, directa ou indirectamente, em quase tudo o que sai, desde colecções a produções. Mas não é “moda” dos tempos que correm: é um tema que foi já revisitado em várias décadas passadas, apesar da nostalgia que nos trouxeram os anos 2000. Trata-se então um exercício, uma tentativa de abstracção do presente e a reinvenção das formas, dos materiais, das sociedades, dos ambientes e de todas as outras incontáveis variáveis que influenciam o que vestimos.
Pois em 1982, um livro chamado “Fashion 2001” (de Lucille Khornak) desafiou vários designers conceituados da época a imaginarem como seria a moda no novo milénio, resultando em vários looks que pretendiam prever o que se vestiria neste início de século. O fim foi algo previsível, claro. Foi difícil fazer o desmame dos 80’s e claramente, em 2001, a maior parte das roupas pareceriam fora de moda. Jean-Charles de Castelbajac pareceu, no entanto, conseguir algo próximo da silhueta e materiais que marcaram essa altura. Com maior ou menor acurácia, vir do “futuro” espreitar estas previsões acaba por ser um privilégio.
JEAN-CHARLES DE CASTELBAJAC
GIANNI VERSACE
ISSEY MIYAKE
JEAN PAUL GAULTIER
THIERRY MUGLER CLAUDE MONTANA
GIORGIO ARMANI GIVENCHY
GIANFRANCO FERRÉ PIERRE CARDIN
KARL LAGERFELD POUR CHLOÉ BASILE
fotografia LUCILLE KHORNAK
fonte: thefashionspot
Le Retour de la Femme Fatale
Vestida de preto ou vermelho, lábios consonantes, anda determinada, oculta as fragilidades. Esta mulher está presente no imaginário da moda, fotografia e cinema desde o século passado, e já foi alvo de incontáveis reinvenções. Heroína ou vilã, a astúcia e beleza desta mulher domina o homem e a sedução é a mais poderosa arma para alcançar os seus objectivos. Apesar de ser um ponto de vista masculino da mulher, é uma interessante fonte de inspiração.
LANVIN
DSQUARED2
GIVENCHY
GIANFRANCO FERRÉ
BOTTEGA VENETA
ANTONIO BERARDI
DONNA KARAN
imagens: style.com
Gentlemen and Gentlemen, A próxima estação já começou
Gianfranco Ferré: O cabedal e as peles estiveram presentes, mesmo nos looks mais improváveis. A silhueta oscilou entre o fitted, por vezes com cintos a demarcar ainda mais a cintura, outras vezes mais loose, mas nunca descontraída, aliás, toda a colecção transparece uma postura opulenta e chic. O destaque vai mesmo para as peles, colocadas sobre trenches ou por baixo de blazers, sempre a dar ao look um ar muito mais luxuoso e sofisticado. Só para alguns homens.
Jil Sander: Sempre com sobriedade, minimalismo e inovação, as roupas sobressaem pelo detalhe, e há sempre detalhes que estão presentes em quase todas as peças. Parece que esta estação foi a vez da desconstrução dos fechos e botos dos casacos, como que aplicados ou cosidos a dar uma ideia de orgânico-arquitectónico. As cores, como sempre, oscilaram entre o preto, cinzento, nude e branco. E Jil Sander é isso mesmo, muito mais que cor.
Burberry Prorsum: O brit de sempre, desta vez em silhuetas menos marcadas, mais oversized. O pêlo, o cabedal em vários tons e adereços metálico-militares estiveram quase omnipresentes, em conjunto com os habituais elementos do homem Burberry.
Dolce&Gabbana: Raramente falamos de Dolce&Gabbana no TANDANSSE, porque não nos desperta assim tanta atenção, mas esta estação não pudemos escapar aos efeitos hipnóticos do look operário do início do séc. XX, que se fazia aparecer nas botas, boinas, malhas e sobretudo nas calças, que ou muito nos enganamos ou vão fazer as delícias não só de quem as veste. As cores tresandam ao negro fabril, castanhos, cinzas e pretos, e mais uma vez os casacos oversized sobressaem como outerwear de eleição.









































































