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Destaques

IN MONO: Mini editorial TANDANSSE

Entrevista exclusiva Luís Buchinho

Tudo sobre  a próxima Primavera-Verão 2010 e OutonoInverno 2010-2011

Moda Made in Portugal

Posts Tagged ‘Alexander McQueen’

Beach Party (or just another summer night out)

Qual o resultado de um vestido preto justo, 30 ºC e um pézinho de dança? Precisamente. Mas nem por isso há que se comprometer o que quer que seja. Estampados, toques hippie ou silhuetas gregas, o importante é manter a leveza, frescura e sofisticação com ênfase em paletas veraneantes e materiais confortáveis. E porque não trocar os pumps por uns pés descalços?

 

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ALEXANDER MCQUEEN                    PROENZA SCHOULER

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EMILIO PUCCI                    VIONNET

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MISSONI

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LANVIN

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J. CREW

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HALSTON                    CALVIN KLEIN

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3.1 PHILIP LIM                    VALENTINO

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CHLOÉ                   MANGO

imagens: Net-a-Porter e Keep The Beat

Just Married

PhotobucketYves Saint Laurent Spring 2002

Com mais ou menos rendas, tules, sedas, pedras ou penas são, indubitavelmente, vestidos de noiva. Amados por quem os veste e respeitados por quem os maldiz passo a passo, até ao fim daquele dia.

Começando pela austeridade do McQueen, passando pelo woodstockiano Jean Paul Gaultier até ao cosmopolitismo do Donna Karan, ainda o japan-sportif Comme des Garçons, o new-look Dior e o incomparável parisien-chic Lacroix, a todos eles cabe um adjectivo e uma mulher por ele caracterizável. O YSL? Esse é a cereja no topo do bolo.

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Alexander McQueen Fall 2010   .   Jean Paul Gaultier Fall 2005

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Givenchy Spring 2008   .   Chanel Spring 2007

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Jean Paul Gaultier Spring 2008   .   Rodarte Fall 2010

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Donna Karan Spring 2010   .   Comme des Garçons Fall 2010

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Armani Privé Spring 2010   .   Dior Spring 2010

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Chanel Fall 2008   .   Lacroix Spring 2008

(Best Of) Outono-Inverno 2010-2011

Alexander McQueen: A colecção póstuma do mais olhado da semana parisiense hiperbolizou ainda mais a curiosidade de todos. Não foram permitidos fotógrafos, pelo que as imagens oficiais foram depois disponibilizadas pelos média em geral. A apresentação foi privada e presume-se que emocional para muitos. O resultado, mostra-o as imagens. McQueen virou costas à modernidade e recolheu-se na preparação destas roupas. Trabalhando a fundo as técnicas de alta costura, Lee pretendeu trazer à tona de novo aquilo que tem vindo a ser renegado no mundo da moda. Tudo resultou numa colecção tipicamente McQueen com inspirações na idade média e iconografia religiosa, usando prints nalgumas peças com alusões à arte antiga. Chega a ser irónico como esta última colecção pelas mãos do fundador da casa acabam por ser tão representativas do seu talento e visão, e como acabam por deixar quase uma mensagem de saudosismo, não só em relação ao designer, mas às artes que se têm vindo a perder a favor da produção com fins mais comerciais. Pelo menos deixou-nos as suas ideias.

Balenciaga: Depois da reflexão sobre McQueen e alta costura, nada melhor que pensar no papel de Ghesquière na moda actual. Já não há muito de novo que se possa dizer para elogiar a genialidade deste designer, que continua a apostar na reinvenção futurista do chic clássico. O interessante nesta abordagem acaba por ser a forma como, apesar de ser quase impossível ter, por vezes, uma percepção clara acerca dos materiais usados nas roupas, e apesar da silhueta e detalhes serem altamente futuristas, o aspecto geral das roupas transpira french chic e elegância. Não estamos aqui a falar de roupa space age ou ironias astronáuticas. Estamos a falar de roupa no sentido clássico da palavra, e estamos a falar disso apesar de estarem subjacentes processos científicos e industriais extremamente inovadores, design groundbreaking e wearable. Estamos a falar de Ghesquière para Balenciaga.

Prada: Miuccia é sempre ouvida pela indústria, nem que seja algumas estações depois. Desta vez o regresso foi feito aos básicos, a designs que resolveu repescar dos 90’s, classicamente Prada, peças, segundo ela, normais. O centro óptico das suas criações foi o peito, fazendo das modelos mais magras, sujeitos menos interessantes para ostentar as peças, realçando-se assim a presença de Lara Stone, Doutzen Kroes e Catherine McNeil. Parece-nos que esta é a palavra final no que está para vir em termos de tendências para modelos. A silhueta roçou o austero, com pequenos pontos apenas, em que com irónico erotismo, se mostravam pedaços de pele. Prints discretos, saias por baixo do joelho, detalhes nas golas e meias, misturas de materiais.

Chanel: O nosso velho amigo Karl parece ter alinhado em desfiles temáticos. Depois das country girls da Primavera-Verão, os esquimós invadiram a passerelle (que parecia mais o pólo norte que Paris), parcial ou totalmente cobertos em faux fur (sim, faux, podem relaxar malta da PETA). Totalmente Karl, totalmente Chanel.

Lanvin: A mulher tipicamente Parisiense não parece ter muita dificuldade em encontrar peças que se adaptem a si: Alber faz a papa toda. Com todos os detalhes e formas do epítome máximo de Paris, com mágica wearability sem dispensar silhueta e adereços arrojados e opulentos, parece mais que satisfazer todas as contradições intrínsecas à mulher (o que já não é assim tão pouco).

Haider Ackermann: Continua a não aborrecer. Uma paleta calma, que contrasta com as formas e detalhes de  layering e entrelaçados. A silhueta romântica conta com apontamentos de cabedal, peles e rendilhados, todos cirurgicamente misturados para criar a habitual explosão de polimorfismos.

Maison Martin Margiela: O exagero margeliano está de volta, mesmo com o afastamento do fundador da casa e após várias seasons de desilusão, parece agora perto de encarrilar. O trabalho com as calças e as suas diferentes proporções, a mistura interessante de materiais que oscilavam entre a opacidades do cabedal e transparências, frieza do látex e calor da lã e algodão, para não falar das gigânticas cápsulas/chapéus de peles. Agora esperamos mais ansiosamente pela próxima.

Givenchy: O corte agressivo de Tisci tem a sua legião de fãs, e pelo menos esses não desiludiu. Com algum revisitar dos 90 de formas simples e com inspirações no mergulho, ski e cores de Bauhaus, adicionando glamour vampírico e dramático, mais zippers e silhuetas à la Helmut Lang, tudo resultou numa promissora proposta para o Inverno.

imagens: style.com / catwalking.com

Dress it down

Claro que adoramos high fashion e roupas complexas, mas ninguém anda todos os dias em vestidos cocktail e pumps de 14 cm. A simplicidade, sobriedade e elegância não vêm da complexidade. O conforto fala mais alto no dia-a-dia, mas não significa aborrecimento.
 
 
Alexander Wang      .      Alexander McQueen     .     Camilla and Marc
Yves Saint Laurent      .      Alexander Wang     .     Fendi
 
Hervé Léger     .      Fendi     .      RM by Roland Mouret
Hervé Léger     .     Victoria Beckham     .      Miu Miu
Vionnet     .     Jason Wu     .      Red Valentino
 

Paul & Joe     .     Preen     .     Vionnet

imagens: NET-A-PORTER

Adeus

Alexander McQueen, 1969-2010

 

timeline de looks aqui

Wear it like a man

O próximo Inverno parece estar repleto de elementos curiosos, que tornam a moda masculina cada vez mais notória e não menos importante que a feminina. As linhas vão sucessivamente ou arrojando, ou reinventando o clássico, para o homem contemporâneo que segue as tendências ou que aprecia peças cada vez mais únicas.

Podemos começar nos estampados caleidoscópicos que McQueen torna misteriosos e dark, que não desiludirão quando conjugados com outro tipo de peças, para o homem do dia-a-dia. A saia masculina, a ganhar cada vez mais terreno, foi um dos highlights de Givenchy, e pelo que parece, não pretende retirar testosterona a ninguém. Em Dries Van Noten o “homem europeu” mistura riscas que, apesar de conjugadas caóticamente (até nos blazeres e trenches de mangas em padrão diferente), fazem um estranho sentido. Rick Owens, um dos mais influentes entre os novos designers, consegue fazer do seu original o melhor, com o futurismo, arquitectura, goticismo e coesão de sempre. Raf Simons, depois de Jil Sander, trouxe fatos e casacos, mas com o minimalismo e twist que raramente desilude. Não menos palmas merecem as colecções de Yves Saint Laurent (ai os macacões!) e Dior Homme (bem diferente da que nos mostrava Slimane, para desilusão de alguns), com a nova silhueta masculina que se tem vindo a afirmar mais loose e desconstruída, ao mesmo tempo que todo o tailoring inerente à construção do menswear não é perdido. Pena que agora só para a próxima estação.

Alexander McQueen

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Givenchy

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Dries Van Noten

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Yves Saint Laurent

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Dior Homme

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Rick Owens

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Raf Simons

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(A grande edição do) Descubra as diferenças

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Viktor&Rolf Primavera-Verão 2006, Valentino Primavera-Verão 2010

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Pucci Outono-Inverno 2009-2010, Ungaro Primavera-Verão 2010

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Ungaro Primavera-Verão 2007, Pucci Primavera-Verão 2010

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Givenchy Primavera-Verão Alta Costura 2009, Preen Primavera-Verão 2009

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Lanvin Outono-Inverno 2008-2009, Marchesa Outono-Inverno 2009-2010

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Louis Vuitton Outono-Inverno 2009-2010, Donna Karan Pre-Fall 2010

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Alexander Mcqueen Primavera-Verão 2009, Christian Siriano Primavera-Verão 2010