PhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucket
bloglovin
Destaques

IN MONO: Mini editorial TANDANSSE

Entrevista exclusiva Luís Buchinho

Tudo sobre  a próxima Primavera-Verão 2010 e OutonoInverno 2010-2011

Moda Made in Portugal

Archive for the ‘Cosido à Portuguesa’ Category

“A Nossa Selecção”

Apesar de uma capa atafulhada com letras garrafais, a verdade é que a Vogue Portugal de Setembro usou criativamente Olga Sherer como montra das peças que Paulo Macedo considerou as mais interessantes da ultima ModaLisboa, tudo pela lente de Bojana Tatarska. Esperemos que este editorial seja o início de uma viragem nesta publicação que nem sempre surpreende pela positiva em termos de conteúdos.

Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket PhotobucketPhotobucket PhotobucketPhotobucket

Olga Sherer em “A Nossa Selecção” por Bojana Tatarska com styling de Paulo Macedo para Vogue Portugal

fonte de imagens: fashiongonerogue

Paco Rabanne, Designer and Rebel

Paco Rabanne, o espanhol de estatuto icónico e revolucionário, pode agora ser visto em detalhe numa exposição no âmbito do ESTORIL FASHIONART FESTIVAL. Uma retrospectiva que nos permite compreender a arte por detrás de um mestre que, através da arquitectura e holismo dos pequenos elementos, influenciou os seus e os nossos tempos. A variedade e especificidade dos materiais usados são mais que a identidade deste rebelde que também foi beber a Balenciaga, através da sua mãe, costureira deste. O TANDANSSE releva a importância de eventos como este em Portugal, para que se dê à moda a sua real importância, e nunca menos que isso.

PhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucket

EXPOSIÇÃO          Museu C.C. Guimarães até 11 de Julho, com entrada gratuita, das 13h00 às 21h00.

fonte e imagens: estoril fashionart festival

Symbols

PhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucket

Revista UMBIGO, FOTOGRAFIA Pedro Matos, CONCEPT/AD/STYLING/MAKE UP Jorge Serio

Entrevista Luís Buchinho

Ouve pop do início dos anos 80, presença assídua no calendário de Paris, é Português e simpático – Luís Buchinho sempre foi daqueles designers nacionais que nos despertou maior curiosidade. Apesar do meio português ser pequeno, a sua obra está repleta de trabalho sólido, reconhecido e com uma forte identidade própria, o que por vezes não é tão fácil de encontrar junto de alguns designers por aqui. O melhor de tudo é que nunca nos traz grandes desilusões, estação após estação. Exemplo disso foi a “sereia urbana” que criou para o próximo Inverno, com peças cheias de movimento, orgânicas, com as habituais misturas de materiais e assimetrias, sempre Buchinho.

O TANDANSSE arriscou e petiscou. Luís aceitou ser entrevistado por nós e ainda conseguimos algumas imagens de arquivo, graças à prestabilidade e simpatia, não muito fáceis de encontrar por aí, sempre curiosas e que nos dão uma perspectiva de percurso do trabalho que tem vindo a desenvolver.

Photobucket

TANDANSSE   .   Como começou o seu interesse pela moda?

Luís Buchinho   .   Na pré-adolescência era completamente louco por cultura Pop londrina. Aos 13 ou 14 anos desenhava compulsivamente as bandas musicais, ilustrava os clips, inventava-lhes capas para os álbuns. Lembro-me que na véspera dum aniversário, estava com aquelas depressões parvas tão típicas da idade, e ver o Boy George a entortar os olhos para a capa da SMASH HITS era o género de coisa que me salvava o dia. O interesse por moda surgiu aos 15, através de uma namorada super fashion que devorava revistas da especialidade. O meu foco aí mudou: os desenhos das capas de discos passaram a ser da Vogue, Elle, Marie Claire. Esses mesmos desenhos, entre muitos outros, começaram a circular na aula de desenho do liceu. A minha professora foi incrível, traçou-me o rumo da minha vida ao obrigar-me praticamente a concorrer ao CITEX, no Porto. Tinha 16 anos, fui aceite, fiz as malas e vim aprender a coisa à séria.

T   .   Onde procura inspiração?

LB   .   Nas folhas em branco, no colocar dum tecido no manequim, na mesa de moldes. Ajuda muito se tiver como inspiração uma temática orgânica, pois acabo sempre por encontrar muitas surpresas na Natureza.

T   .   Ao fim de todos estes anos de carreira, em que acha que está diferente desde que começou a trabalhar (em termos de perspectivas, estética, inspirações, etc.)?

LB   .    Não consigo ter uma percepção muito realista dessa distância, nem perceber se passou depressa ou devagar, e sinceramente não quero saber. A técnica adquirida é sem dúvida uma ferramenta muito forte, poupa-me tempo e permite-me visualizar mais facilmente os resultados finais. Há, no entanto, algo que me acompanha desde sempre: a convicção que a melhor colecção de sempre é a próxima.

T   .   Consegue definir a mulher Buchinho?

LB   .   Consigo mas não vou definir. Vocês fazem-no melhor.

T   .   Que principais dificuldades enfrenta um designer português, hoje?

LB   .   Furar o meio internacional é difícil. Tanto para um português como alguém doutro país, estamos numa fase de tanta, tanta oferta a nível de moda que se torna complicado um nome novo vingar. Para mim, a maior dificuldade para um português é contextualizar a sua proposta dentro de Portugal que é um ponto de partida chato e relutante para marcas nacionais, por muito boas que elas sejam. E aí surge o desafio final, porque infelizmente muitas não o são.

T   .   Como vê o futuro enquanto designer/marca e que sonhos ainda mantém?

LB   .   Nunca fui muito sonhador, nunca tive muito tempo nem paciência para divagações ligadas a “ses”, “quando…”, “um dia…”, “talvez…” Cada dia é um dia, e o trabalho de campo tem um objectivo a atingir a cada meio ano.

T   .   Como vê o panorama dos futuros designers portugueses? Há algum que lhe suscite particular interesse?

LB   .   Há muito trabalho ainda a ser feito. Onde é que está a roupa pós-ModaLisboa e afins? Acho que a maioria das propostas nem sequer pensam no conceito primordial daquilo que estão a fazer – Pronto-a-vestir – ou seja, produto com pernas para andar no mercado. Dá trabalho? Sem dúvida. Mas é um trabalho que tem mesmo de ser feito. Para mim, o calcanhar de Aquiles da moda portuguesa é a falta de personalidade das propostas apresentadas. Confunde-se muito a questão da linguagem de criador com o gira o disco e toca o mesmo. Como se isso fosse reforçar outra coisa para além dum enorme bocejo. Tem mudado? Tem. Mas lentamente, muito lentamente. E a Moda tem sempre pressa.

T   .   Com 20 anos de carreira e toda uma vida rodeada de roupas e de moda, como vê o seu estilo pessoal?

LB   .   Mais básico, impossível. Boring.

T   .   Já tem ideias para a Primavera-Verão 2011?

LB   .   Já mas não vou revelar. Nem é por secretismo, mas ainda se vai partir tanta pedra.

Curiosidades

DESIGNER NACIONAL  .  Aleksander Protic

DESIGNER INTERNACIONAL  .  Ghesquiere, Mcqueen, Rick Owens, Hackermann, Demeulemeester

FILMES PREFERIDOS  .  “Requiem for a Dream” de Darren Aronofsky, “Donnie Darko” de Richard Kelly, “Strange Days” de Kathryn Bigelow, “12 Monkeys” de Terry Gilliam, “Flashdance”

PERFUME  .  Não gosta de usar perfume

CIDADE (que não a sua)  .  Lisboa ou Copenhaga

PhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucket

Portugal Fashion Paris OUTONO-INVERNO 2010-2011

 PhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucket

Portugal Fashion PRE-FALL 2010-2011

PhotobucketPhotobucket

Portugal Fashion JOTEX BY LUÍS BUCHINHO OUTONO-INVERNO 2008-2009

 PhotobucketPhotobucket

Portugal Fashion Paris OUTONO-INVERNO 2007-2008

PhotobucketPhotobucket

Portugal Fashion Paris VERÃO 2006

PhotobucketPhotobucket

ModaLisboa OUTONO-INVERNO 2002-2003

PhotobucketPhotobucket

Portugal Fashion NY OUTONO-INVERNO 2001-2002

Nunca é demais agradecer a prestabilidade e simpatia do Luís em responder às nossas perguntas e disponibilizar estas imagens.

imagem cabeçalho  .  ModaLisboa/Rui Vasco

A equação de Faísca

Photobucket

CÉLINE  .  Primavera-Verão 2010

 Photobucket

Photobucket

BALENCIAGA  .  Primavera-Verão 2009

Photobucket

Photobucket

FILIPE FAÍSCA  .  Outono-Inverno 2010-2011

imagens Céline e Balenciaga          vogue.it

imagens Filipe Faísca          ModaLisboa/Rui Vasco

Wear it like a Man

PhotobucketPhotobucket

€420                    €383

DRIES VAN NOTEN

PhotobucketPhotobucket

€234,50                    €581

YAMAMOTO

PhotobucketPhotobucket

€243                     €283,50

LINDA FARROW

PhotobucketPhotobucket

€290,50                    €237,60

COMME DES GARÇONS WALLET

PhotobucketPhotobucket

€567                    €185

CHRIS & TIBOR

tudo na Wrong Weather

Pedro Pedro (Backstage)

Apesar da azafama e da constante luta contra a claustrofobia nesta edição da ModaLisboa, ninguém nos tirou umas espreitadelas ao backstage de Pedro Pedro. O seu clean sportswear foi uma aposta confortável, que nem as modelos perturbou. E quem não gostar dos transparentes que saia da negação.

   

Pedro Pedro      .      ModaLisboa      .      Outono-Inverno 2010-2011

Fotografia      .      Óscar Seguro / TANDANSSE

It’s “Soooo Hot!” (na Wrong Weather)

A Wrong Weather tem tentado trazer uma nova abordagem às lojas portuguesas de moda masculina. A exposição que inaugurou, em conjunto com o lançamento das colecções Primavera-Verão, foi mais uma prova que é possível o dialogo entre conceptual e comercial. Fica aqui um pequeno excerto e o convite para ver o resto das peças.

FOTOGRAFIA  .  Bojana Tatarska          PRODUÇÃO  .  Paulo Gomes          MODELO  .  Bruno Rosendo