Archive for the ‘Altar’ Category
Shalom
A perfeição é praticamente impossível de atingir. Mesmo assim, a aproximação já pode ser um bom resultado. Shalom Harlow dispensa apresentações. As suas expressões são suaves e não nos distraem dos traços quase perfeitos, cuja poética é apenas acariciada por um trabalho de maquilhagem simples, conciso e natural. O rosto vai assim sendo sucessivamente emoldurado pelo styling, nada excessivo, que transforma este conjunto de simplicidades numa sinergia de resultado esteticamente explosivo. Uma série de fotografias que nos mostram apenas aquilo que deve ser realmente contemplado, sem distracções, onde a arte dos vários elementos sobressaem no fundo mudo. Merece ser visto em grande. Shalom.
Shalom Harlow em “Chrysalide” por Sofia Sanchez & Mauro Mongiello com styling de Samuel François para Numéro #108
imagens: thefashionspot
O Clássico
O clássico funciona como uma linguagem universal na moda, que todos entendemos. A beleza de Christy Turlington é clássica, Meisel, apesar de todas as suas questionáveis, ou não, variações de estilo, como fotógrafo de excelência que é, consegue ser também ele clássico. Vemos Penn, vemos maturidade na mulher, vemos poses e ambientes. Não há sexualização nem subversão, grandes conceitos ou aventuras estéticas. Vemos pureza de outros tempos, mas vemos também como estas representações não são ultrapassáveis ou desactualizáveis. Uma ode à contemporaneidade do clássico. O resto do editorial: aqui.
Christy Turlington por Steven Meisel para Vogue Italia Julho 2010
As formas de Maria
“Form forms forms.
Embedded in the material, the form reveals itself.
To experience the freedom of not giving a name to things.
To see what emerges from one form.
Inciting the flow of continuous creation.
No waste, no loss of energy, alert and alive.”
Citação e peças de MARIA BLAISSE
Style of a lifetime
Os blogs de streetstyle são giros, e as miúdas novas também. Mas às vezes deparamo-nos com um universo de “it” girls e “it” pieces, onde as referências estéticas são muitas vezes vazias. Viver uma vida em torno de objectos, inspirações e cultos, reflecte-se no que somos e no que parecemos. Mais delirantes ou mais conservadores, os looks mostram maturidade, inteligência, cultura e sentido de humor. E todos nós já passamos por uma senhora na rua e apeteceu-nos meter conversa. Porque parece que há tanto para dizer. E, no entanto, é só uma aparência. Superficial?
imagens: advanced style
Para ficar de olho: Helena Vieira
Macabra, sexual, sombria e quotidiana, a sua estética entranha-se-nos. Imagens que roçam o doentio e o “agradável”, que nos levam ao obscuro ou a uma claridade apenas aparente. A estranheza de situações, de ambientes e de olhares evocam personagens que deambulam na ambiguidade do real e do consciente. Helena Vieira é uma jovem artista que explora novas formas de arte à medida que se conhece e se define. O TANDANSSE acompanha os trabalhos que vai colocando no Flickr e blog e admira-os cada vez mais, à medida que surgem.
Fotografia HELENA VIEIRA
Todos os trabalhos podem ser visitados no blog e uma das peças na exposição Pistol & Fur New Contemporaries (flyer aqui) até 31 de Julho no Reino Unido.
Ashes to ashes, fragments to clothes
Pedaços partidos, polidos, “cosidos” de porcelana, trabalhados pelas miraculosas mãos de Li Xiaofeng, resultaram numa série de poéticas peças. Fragmentos das mais finas porcelanas tradicionalmente chinesas, culto de séculos, tomaram a forma de roupas, incluindo uma colaboração para a Lacoste, com os símbolos pintados como manda a antiga técnica. Uma entrevista, mais informações e material fotográfico podem ser vistos aqui.
Altar: Iris Strubegger
Com 25 anos de idade, Iris não é uma supermodelo que se confunda com as outras. Não é meramente uma robot loura de 16 a passar umas temporadas de anorexia na passerelle. O seu ar andrógino faz com que se destaque e a maturidade manifesta-se em qualquer fotografia. O olhar é profundo, as poses surgem naturalmente bem estudadas. Claro, a beleza austríaca e a magreza natural e saudável também têm a sua importância e reforçam o ar seguro com que caminha e dá alma a um look. Pena que a moda caminhe sempre pelo facilitismo de uma cara fresca e pré-púbere em detrimento de verdadeiras mulheres como esta.
por PAOLO ROVERSI para VOGUE RUSSIA Maio de 2010
por MARTON PERLAKI para THE ROOM Spring 2010
por GLEN LUCHFORD para PURPLE FASHION Spring 2010
por MIKAEL JANSSON para VOGUE ITALIA Dezembro de 2009
por PAOLA KUDACKI para HERCULES
campanha FRANCESCO SCOGNAMIGLIO Primavera-Verão 2010
à La Hubert
“You must, if it’s possible, be born with a kind of elegance. It is a part of you, of yourself.”
“It’s a fabulous thing, to give life to fabric, to make something move well, the harmony of colour.”
“Fabric is the most extraordinary thing, it has life. You must respect the fabric.”
“Every epoch is different, and you must accept the reality. C’est la vie. Happily, for many years we had a wonderful time. Beautiful fabric, beautiful people, beautiful memories.”
“I absolutely believe my talent is God-given. I ask God for a lot, but I also thank him. I’m a very demanding believer.”
Citações de HUBERT DE GIVENCHY
Fotografia de NAT FARBMAN, 1952
“The Fashion Show” (of the self)
O nome da colecção era “The Fashion Show”. Podia querer dizer muitas coisas. As luzes não acenderam como de costume, a música não ligou. Surgiu só a primeira modelo a suportar uma estrutura metálica que a iluminava e lhe dava o próprio som. Seguiram-se as outras, que penetravam o escuro, cegas pelos holofotes a incidir sobre si, desequilibradas pelos (provavelmente) desconfortáveis tamancos holandeses de salto alto. A plateia não sabia para onde olhar, se para as roupas, se para o aparato ou para a modelo aterrorizada à beira da possibilidade de queda mais monumental da sua carreira. Mas não é o sofrimento alheio que nos fascina, nem o insólito.
Neste “The Fashion Show” cada um habita o seu próprio mundo, cada um vive no seu próprio desfile e tem dificuldade em ver os outros. Celebrar a atitude individual ou criticar um mundo da moda cada vez mais autocentrado? O fashion circus narcísico que muitas vezes se gera nada tem que ver com roupas ou arte, mas com auto-promoções e colisões de protagonismos que se apoderam de grande parte da imagem que a moda tem para quem a vê de fora. A moda tornou-se um palco a que é confortável estar-se associado, que dá estatuto e reconhecimento e onde os umbigos estão no seu ambiente natural. A pensar sobre isto achei que não havia imagens mais pertinentes que estas.
VIKTOR & ROLF Outono-Inverno 2007-2008
imagens: catwalking
Diorettes
Gostando mais ou menos do estilo de Galliano para a casa Dior, as suas competências técnicas e artísticas são inegáveis. A alusão ao mestre perpetua-se estação após estação, mais ou menos literalmente, fazendo renascer e reinventar a mulher parisiense que, se pensarmos bem, nunca existiu.
Nas passerelles, a maquilhagem apresenta-se como o último ponto de refinação dos looks, mas ganha todo um outro nível de destaque quando o assunto é Dior. Operáticas, cheias de drama, carregadas e transformantes, mudam-se as modelos mas a mulher que Galliano imaginou permanece. Boneca de porcelana ou party girl dos anos vinte, nipónica from the darkness ou femme fatale de um film noir, o ênfase destas pinturas está em todo o rosto, não suavizando um único traço e criando outros inexistentes. Achamos por isso que merecia um altar.
Outono-Inverno 2010-2011 Alta Costura Primavera-Verão 2010
Primavera-Verão 2010 Alta Costura Outono-Inverno 2009-2010
Outono-Inverno 2009-2010 Alta Costura Outono-Inverno 2008-2009
Outono-Inverno 2008-2009 Alta Costura Primavera-Verão 2008
Primavera-Verão 2008 Outono-Inverno 2007-2008
Primavera Verão 2007 Outono-Inverno 2006-2007
Paper Works
O trabalho de Miyake esteve sempre associado a tecnologia e inovação. As suas peças desconstroem o vestuário habitual, tornando-se numa nova corrente de ready-to-wear, desligada dos preconceitos inerentes à moda ocidental. Desta forma, o designer criou um legado de colecções que, no seu conceptualismo, nunca prescindem de ergonomia, conforto e leveza. A genialidade da sua obra está precisamente assente no corte que apresenta com a moda convencional, realçando o polimorfismo e liberdade de movimento, o design e a inovação têxtil. Este trabalho em papel, material também usado nas suas técnicas de plissagem, vem exemplificar muito daquilo que é o âmago da sua visão.
MIAKE’s PAPER WORKS por Yiorgos Mavropoulos
OZON MAGAZINE Outubro 2008
Just Married
Yves Saint Laurent Spring 2002
Com mais ou menos rendas, tules, sedas, pedras ou penas são, indubitavelmente, vestidos de noiva. Amados por quem os veste e respeitados por quem os maldiz passo a passo, até ao fim daquele dia.
Começando pela austeridade do McQueen, passando pelo woodstockiano Jean Paul Gaultier até ao cosmopolitismo do Donna Karan, ainda o japan-sportif Comme des Garçons, o new-look Dior e o incomparável parisien-chic Lacroix, a todos eles cabe um adjectivo e uma mulher por ele caracterizável. O YSL? Esse é a cereja no topo do bolo.
Alexander McQueen Fall 2010 . Jean Paul Gaultier Fall 2005
Givenchy Spring 2008 . Chanel Spring 2007


Jean Paul Gaultier Spring 2008 . Rodarte Fall 2010


Donna Karan Spring 2010 . Comme des Garçons Fall 2010


Armani Privé Spring 2010 . Dior Spring 2010


Chanel Fall 2008 . Lacroix Spring 2008
In case you’ve forgotten what FASHION is
Às vezes não sabemos bem o que a moda é. Se é uma indústria, se é uma arte, se é meramente uma forma de satisfazer uma necessidade básica ou se é uma forma de expressão e um reflexo sociológico. A moda também é coisas diferentes para pessoas diferentes. Alguns designers mostram-nos que a moda é útil, outros mostram-nos que a moda é uma estória. Para Thierry Mugler a moda era uma forma de materializar as criaturas que imaginava. O universo Mugleriano transporta-nos para bandas desenhadas, para personagens do fantástico e sobre-humano, para mulheres-criatura com superpoderes ou para entidades do futuro. Esses seres cobrem-se de materiais de ficção científica mas são também uma visão sexualizada e fetishista do french chic. A obra de Mugler passa pela alta-costura e transporta-a para referências inter-galacticas, a anos-luz dos anos 90. A habilidade teórica e técnica deste artista preenche um espaço de criação dificilmente ocupado por outras visões futuristas, definindo um ponto de vista de interesse praticamente museológico. Não é preciso apontar-vos a complexidade e mestria presentes nesta obra, cuja execução e detalhe estão para lá do breathtaking, não esquecendo o trabalho de maquilhagem e caracterização (e é com muita pena nossa que a era digital não nos permita obter imagens melhores).
É por isso que momentos e obras como estes nos ficam na memória e merecem lá este tipo de destaque. É por isso que não nos devemos esquecer do que é moda.
Thierry Mugler “Chimère”, Haute Couture Outono-Inverno 1997-1998
Entrevista Luís Buchinho
Ouve pop do início dos anos 80, presença assídua no calendário de Paris, é Português e simpático – Luís Buchinho sempre foi daqueles designers nacionais que nos despertou maior curiosidade. Apesar do meio português ser pequeno, a sua obra está repleta de trabalho sólido, reconhecido e com uma forte identidade própria, o que por vezes não é tão fácil de encontrar junto de alguns designers por aqui. O melhor de tudo é que nunca nos traz grandes desilusões, estação após estação. Exemplo disso foi a “sereia urbana” que criou para o próximo Inverno, com peças cheias de movimento, orgânicas, com as habituais misturas de materiais e assimetrias, sempre Buchinho.
O TANDANSSE arriscou e petiscou. Luís aceitou ser entrevistado por nós e ainda conseguimos algumas imagens de arquivo, graças à prestabilidade e simpatia, não muito fáceis de encontrar por aí, sempre curiosas e que nos dão uma perspectiva de percurso do trabalho que tem vindo a desenvolver.
TANDANSSE . Como começou o seu interesse pela moda?
Luís Buchinho . Na pré-adolescência era completamente louco por cultura Pop londrina. Aos 13 ou 14 anos desenhava compulsivamente as bandas musicais, ilustrava os clips, inventava-lhes capas para os álbuns. Lembro-me que na véspera dum aniversário, estava com aquelas depressões parvas tão típicas da idade, e ver o Boy George a entortar os olhos para a capa da SMASH HITS era o género de coisa que me salvava o dia. O interesse por moda surgiu aos 15, através de uma namorada super fashion que devorava revistas da especialidade. O meu foco aí mudou: os desenhos das capas de discos passaram a ser da Vogue, Elle, Marie Claire. Esses mesmos desenhos, entre muitos outros, começaram a circular na aula de desenho do liceu. A minha professora foi incrível, traçou-me o rumo da minha vida ao obrigar-me praticamente a concorrer ao CITEX, no Porto. Tinha 16 anos, fui aceite, fiz as malas e vim aprender a coisa à séria.
T . Onde procura inspiração?
LB . Nas folhas em branco, no colocar dum tecido no manequim, na mesa de moldes. Ajuda muito se tiver como inspiração uma temática orgânica, pois acabo sempre por encontrar muitas surpresas na Natureza.
T . Ao fim de todos estes anos de carreira, em que acha que está diferente desde que começou a trabalhar (em termos de perspectivas, estética, inspirações, etc.)?
LB . Não consigo ter uma percepção muito realista dessa distância, nem perceber se passou depressa ou devagar, e sinceramente não quero saber. A técnica adquirida é sem dúvida uma ferramenta muito forte, poupa-me tempo e permite-me visualizar mais facilmente os resultados finais. Há, no entanto, algo que me acompanha desde sempre: a convicção que a melhor colecção de sempre é a próxima.
T . Consegue definir a mulher Buchinho?
LB . Consigo mas não vou definir. Vocês fazem-no melhor.
T . Que principais dificuldades enfrenta um designer português, hoje?
LB . Furar o meio internacional é difícil. Tanto para um português como alguém doutro país, estamos numa fase de tanta, tanta oferta a nível de moda que se torna complicado um nome novo vingar. Para mim, a maior dificuldade para um português é contextualizar a sua proposta dentro de Portugal que é um ponto de partida chato e relutante para marcas nacionais, por muito boas que elas sejam. E aí surge o desafio final, porque infelizmente muitas não o são.
T . Como vê o futuro enquanto designer/marca e que sonhos ainda mantém?
LB . Nunca fui muito sonhador, nunca tive muito tempo nem paciência para divagações ligadas a “ses”, “quando…”, “um dia…”, “talvez…” Cada dia é um dia, e o trabalho de campo tem um objectivo a atingir a cada meio ano.
T . Como vê o panorama dos futuros designers portugueses? Há algum que lhe suscite particular interesse?
LB . Há muito trabalho ainda a ser feito. Onde é que está a roupa pós-ModaLisboa e afins? Acho que a maioria das propostas nem sequer pensam no conceito primordial daquilo que estão a fazer – Pronto-a-vestir – ou seja, produto com pernas para andar no mercado. Dá trabalho? Sem dúvida. Mas é um trabalho que tem mesmo de ser feito. Para mim, o calcanhar de Aquiles da moda portuguesa é a falta de personalidade das propostas apresentadas. Confunde-se muito a questão da linguagem de criador com o gira o disco e toca o mesmo. Como se isso fosse reforçar outra coisa para além dum enorme bocejo. Tem mudado? Tem. Mas lentamente, muito lentamente. E a Moda tem sempre pressa.
T . Com 20 anos de carreira e toda uma vida rodeada de roupas e de moda, como vê o seu estilo pessoal?
LB . Mais básico, impossível. Boring.
T . Já tem ideias para a Primavera-Verão 2011?
LB . Já mas não vou revelar. Nem é por secretismo, mas ainda se vai partir tanta pedra.
Curiosidades
DESIGNER NACIONAL . Aleksander Protic
DESIGNER INTERNACIONAL . Ghesquiere, Mcqueen, Rick Owens, Hackermann, Demeulemeester
FILMES PREFERIDOS . “Requiem for a Dream” de Darren Aronofsky, “Donnie Darko” de Richard Kelly, “Strange Days” de Kathryn Bigelow, “12 Monkeys” de Terry Gilliam, “Flashdance”
PERFUME . Não gosta de usar perfume
CIDADE (que não a sua) . Lisboa ou Copenhaga
Portugal Fashion Paris OUTONO-INVERNO 2010-2011
Portugal Fashion PRE-FALL 2010-2011
Portugal Fashion JOTEX BY LUÍS BUCHINHO OUTONO-INVERNO 2008-2009
Portugal Fashion Paris OUTONO-INVERNO 2007-2008
Portugal Fashion Paris VERÃO 2006
ModaLisboa OUTONO-INVERNO 2002-2003
Portugal Fashion NY OUTONO-INVERNO 2001-2002
Nunca é demais agradecer a prestabilidade e simpatia do Luís em responder às nossas perguntas e disponibilizar estas imagens.
imagem cabeçalho . ModaLisboa/Rui Vasco
Guns of Wixson
As modelos aparecem e desaparecem, à velocidade da luz. Hoje adoramo-las, achamo-las insubstituíveis. Amanhã já só nos lembramos da Twiggi, da Christy e da Kate. Este efeito vai e vem, numa indústria que instantaneamente se farta e se cansa, tem tanto de perverso como de fascinante. Curto ou longo, para nós, este é o momento de Lindsey Wixson. Uma rapariguinha de 16 puxada para trabalhar com os mais importantes designers e fotógrafos. Mas essa história já a ouvimos mil vezes. Vejamos é esta cara.
Baba: Style/Styling Icon
Catherine Baba é a prova que ter estilo é algo muito mais profundo do que preconceituosamente se pensa. É, neste momento, das mulheres mais bem vestidas em Paris. O seu glamour e feminilidade hollywoodescos, com um toque das décadas de 20 e 30 e gosto pelos mais nobres tecidos, faz dos seus looks uma paleta de cores e texturas, combinadas de maneira a apresentar casualidade e conforto. É também interessante a forma como acaba por ser muito distinta do restante fashion public e como consegue fazer parar os olhares sem estar dentro do último Balenciaga. Para além disso colabora como stylist para diferentes publicações e designers. Uma mulher que tão depressa não será esquecida.







Jak & Jil / Style.com

Belle de Jour . Dazed & Confused . Junho 2007

In Memory of Issie . Paper . Setembro 2007

Dazed & Confused . Fevereiro 2008
Stoned with Stone
A controvérsia com a nudez parece cada vez menor. As revistas, com o seu peso imensurável no negócio da moda, têm vindo a estar cada vez mais confortáveis em publicar conteúdos em que a roupa acaba por ser o menos importante. Cada vez mais na crista da onda do fenómeno em que se tem vindo a tornar, Lara Stone parece ser a modelo com que mais facilmente se cria uma série de fotografias eróticas, sem o mínimo de vulgaridade. O ênfase ultrapassa o corpo, ela sabe como agir em frente a uma objectiva. E mais, desta vez ela fala (ou não fosse tudo isto para a Interview) sobre a sua relação, rehab (sim, muito cliché!), o problema das “curvas” e outras questões pertinentes que só uma supermodel pode responder, e que, apesar de às vezes não querermos assumir, também queremos saber. Um pequeno excerto pode ser lido aqui. Senhoras e senhores, deliciem-se (cada um à sua maneira).
modelo . LARA STONE fotografia . MERT & MARCUS styling . LUDIVINE POIBLANC
INTERVIEW Março 2010









































































































































































