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Destaques

IN MONO: Mini editorial TANDANSSE

Entrevista exclusiva Luís Buchinho

Tudo sobre  a próxima Primavera-Verão 2010 e OutonoInverno 2010-2011

Moda Made in Portugal

Archive for the ‘Milan Fashion Week’ Category

Os “Total Blacks” de Scognamiglio

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Todos os looks de FRANCESCO SCOGNAMIGLIO para o Outono-Inverno 2010-2011

imagens (não editadas): vogue.it

Splatter Splash!

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DRIES VAN NOTEN                    KRIS VAN ASSCHE

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JEAN PAUL GAULTIER                    EMPORIO ARMANI

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PAUL SMITH                KENZO

Tudo para a Primavera-Verão 2011

imagens: style.com

The Leather’s touch

LA SOPHISTICATION CLASSIQUE DE GIANFRANCO FERRÈ

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L’AUSTÈRITÉ MINIMAL GLAM DE CÉLINE

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LE DOUCE BIKER DE VERSUS

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LE LADYLIKE DE LOUIS VUITTON

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LE BRUN EN BRUNETTE DE LANVIN

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LE CROC ÉQUESTRE D’HERMÈS

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LE ROMANCE ORGANIQUE D’HAIDER ACKERMANN

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LE VAMPIRESQUE RIGOUREUX DE GIVENCHY

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LA MATURE INNOCENCE DE CHLOÉ

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LE FUTURISTE SYNTHÉTIQUE DE BALENICIAGA

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LE GOTH DE ANN DEMEULEMEESTER

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LE ROYALE MILITAIRE DE BALMAIN

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imagens originais: vogue.co.uk

Top Looks (Menswear Fashion Weeks)

O leopardo é opulento e as saias e as rendas são femininas. Errado. Tisci traz para o menswear o já por ele explorado Leopardo Givenchy-ano que todos conhecemos da obra do couturier, de uma forma chic e limpa, não opulenta mas carnal. Este homem veste-o, conjuga-o com calções/saias e não perde masculinidade nem se afirma pela ostentação. A execução é irrepreensível e todas as peças são, apesar de estranhas à primeira vista, automaticamente must have.

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Em Saint-Laurent a presença é o intelecto. Figuras desprovidas de sex appeal onde a perfeição e leveza estéticas são o foco principal. Silhuetas cintadas, proporções arquitectónicas, tudo em tons mudos, com alguns apontamentos de padrão e fluidez norte africana. Sempre com simplicidade.

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Os minimalismos de Jil Sander encheram-se de brilho num blocking variado de vários tons, sempre límpidos e contrastantes, em todo o tipo de peças que qualquer guarda roupa precisa, bem à Raf.

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Yoji Yamamoto preencheu-nos com padrões e layerings que pretendem que o homem contemporâneo não se afunde em casualidade. Remontando à elegância masculina de outrora não deixa de todo a contemporaneidade que esteve em todo o lado, para o próximo Verão.

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Raf Simons decidiu olhar para o branco, zippers, alguma cor e muito sportswear. Calças largas e alguns apontamentos de materiais menos comuns completaram uma colecção para um homem jovem e muito seguro dos seus próprios ideais estéticos.

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O amarrotado parisiense de Lanvin nunca desilude. Texturas e padrões, layerings e descontrações, num efeito não menos cuidado ou polido. Mas ao Alber já o conhecemos.

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A fluidez e as silhuetas tão tipicamente Kris, e tão pouco Slimane para Dior, não surpreenderam mas também não deixaram de transparecer beleza e wearability. Pode ser que Kris acorde, mas entretanto entretemo-nos.

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Nunca as assimetrias orgânicas de Ann Demeulemeester foram tão brancas, e nunca o branco foi tão negro. Sem perder a aura que envolve a maioria das suas criações, um experimento em branco resultou na nossa dupla admiração. E isso é bom.

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Yes, please!

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PRADA Menswear Primavera-Verão 2011

fotografia por: SONNY VANDEVELDE

The 70’s are this season

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KENZO          Outono-Inverno 2010-2011

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YVES SAINT LAURENT          Resort 2011

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ETRO         Outono-Inverno 2010-2011

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MATTHEW WILLIAMSON          Outono-Inverno 2010-2011                    GIVENCHY HAUTE COUTURE Primavera-Verão 2010

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SONIA RYKIEL         Outono-Inverno 2010-2011                      DRIES VAN NOTEN          Outono-Inverno 2010-2011

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CHANEL          Resort 2011

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CHLOÉ          Primavera-Verão 2010

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MISSONI          Outono-Inverno 2010-2011                     DIANE VON FURSTENBERG         Outono-Inverno 2010-2011

(Best Of) Outono-Inverno 2010-2011

Alexander McQueen: A colecção póstuma do mais olhado da semana parisiense hiperbolizou ainda mais a curiosidade de todos. Não foram permitidos fotógrafos, pelo que as imagens oficiais foram depois disponibilizadas pelos média em geral. A apresentação foi privada e presume-se que emocional para muitos. O resultado, mostra-o as imagens. McQueen virou costas à modernidade e recolheu-se na preparação destas roupas. Trabalhando a fundo as técnicas de alta costura, Lee pretendeu trazer à tona de novo aquilo que tem vindo a ser renegado no mundo da moda. Tudo resultou numa colecção tipicamente McQueen com inspirações na idade média e iconografia religiosa, usando prints nalgumas peças com alusões à arte antiga. Chega a ser irónico como esta última colecção pelas mãos do fundador da casa acabam por ser tão representativas do seu talento e visão, e como acabam por deixar quase uma mensagem de saudosismo, não só em relação ao designer, mas às artes que se têm vindo a perder a favor da produção com fins mais comerciais. Pelo menos deixou-nos as suas ideias.

Balenciaga: Depois da reflexão sobre McQueen e alta costura, nada melhor que pensar no papel de Ghesquière na moda actual. Já não há muito de novo que se possa dizer para elogiar a genialidade deste designer, que continua a apostar na reinvenção futurista do chic clássico. O interessante nesta abordagem acaba por ser a forma como, apesar de ser quase impossível ter, por vezes, uma percepção clara acerca dos materiais usados nas roupas, e apesar da silhueta e detalhes serem altamente futuristas, o aspecto geral das roupas transpira french chic e elegância. Não estamos aqui a falar de roupa space age ou ironias astronáuticas. Estamos a falar de roupa no sentido clássico da palavra, e estamos a falar disso apesar de estarem subjacentes processos científicos e industriais extremamente inovadores, design groundbreaking e wearable. Estamos a falar de Ghesquière para Balenciaga.

Prada: Miuccia é sempre ouvida pela indústria, nem que seja algumas estações depois. Desta vez o regresso foi feito aos básicos, a designs que resolveu repescar dos 90’s, classicamente Prada, peças, segundo ela, normais. O centro óptico das suas criações foi o peito, fazendo das modelos mais magras, sujeitos menos interessantes para ostentar as peças, realçando-se assim a presença de Lara Stone, Doutzen Kroes e Catherine McNeil. Parece-nos que esta é a palavra final no que está para vir em termos de tendências para modelos. A silhueta roçou o austero, com pequenos pontos apenas, em que com irónico erotismo, se mostravam pedaços de pele. Prints discretos, saias por baixo do joelho, detalhes nas golas e meias, misturas de materiais.

Chanel: O nosso velho amigo Karl parece ter alinhado em desfiles temáticos. Depois das country girls da Primavera-Verão, os esquimós invadiram a passerelle (que parecia mais o pólo norte que Paris), parcial ou totalmente cobertos em faux fur (sim, faux, podem relaxar malta da PETA). Totalmente Karl, totalmente Chanel.

Lanvin: A mulher tipicamente Parisiense não parece ter muita dificuldade em encontrar peças que se adaptem a si: Alber faz a papa toda. Com todos os detalhes e formas do epítome máximo de Paris, com mágica wearability sem dispensar silhueta e adereços arrojados e opulentos, parece mais que satisfazer todas as contradições intrínsecas à mulher (o que já não é assim tão pouco).

Haider Ackermann: Continua a não aborrecer. Uma paleta calma, que contrasta com as formas e detalhes de  layering e entrelaçados. A silhueta romântica conta com apontamentos de cabedal, peles e rendilhados, todos cirurgicamente misturados para criar a habitual explosão de polimorfismos.

Maison Martin Margiela: O exagero margeliano está de volta, mesmo com o afastamento do fundador da casa e após várias seasons de desilusão, parece agora perto de encarrilar. O trabalho com as calças e as suas diferentes proporções, a mistura interessante de materiais que oscilavam entre a opacidades do cabedal e transparências, frieza do látex e calor da lã e algodão, para não falar das gigânticas cápsulas/chapéus de peles. Agora esperamos mais ansiosamente pela próxima.

Givenchy: O corte agressivo de Tisci tem a sua legião de fãs, e pelo menos esses não desiludiu. Com algum revisitar dos 90 de formas simples e com inspirações no mergulho, ski e cores de Bauhaus, adicionando glamour vampírico e dramático, mais zippers e silhuetas à la Helmut Lang, tudo resultou numa promissora proposta para o Inverno.

imagens: style.com / catwalking.com