Archive for the ‘Menswear Fashion Week’ Category
Splatter Splash!
DRIES VAN NOTEN KRIS VAN ASSCHE
JEAN PAUL GAULTIER EMPORIO ARMANI
PAUL SMITH KENZO
Tudo para a Primavera-Verão 2011
imagens: style.com
Wear it like a man
O próximo Inverno parece estar repleto de elementos curiosos, que tornam a moda masculina cada vez mais notória e não menos importante que a feminina. As linhas vão sucessivamente ou arrojando, ou reinventando o clássico, para o homem contemporâneo que segue as tendências ou que aprecia peças cada vez mais únicas.
Podemos começar nos estampados caleidoscópicos que McQueen torna misteriosos e dark, que não desiludirão quando conjugados com outro tipo de peças, para o homem do dia-a-dia. A saia masculina, a ganhar cada vez mais terreno, foi um dos highlights de Givenchy, e pelo que parece, não pretende retirar testosterona a ninguém. Em Dries Van Noten o “homem europeu” mistura riscas que, apesar de conjugadas caóticamente (até nos blazeres e trenches de mangas em padrão diferente), fazem um estranho sentido. Rick Owens, um dos mais influentes entre os novos designers, consegue fazer do seu original o melhor, com o futurismo, arquitectura, goticismo e coesão de sempre. Raf Simons, depois de Jil Sander, trouxe fatos e casacos, mas com o minimalismo e twist que raramente desilude. Não menos palmas merecem as colecções de Yves Saint Laurent (ai os macacões!) e Dior Homme (bem diferente da que nos mostrava Slimane, para desilusão de alguns), com a nova silhueta masculina que se tem vindo a afirmar mais loose e desconstruída, ao mesmo tempo que todo o tailoring inerente à construção do menswear não é perdido. Pena que agora só para a próxima estação.
Alexander McQueen
Givenchy
Dries Van Noten
Yves Saint Laurent
Dior Homme
Rick Owens
Raf Simons
Gentlemen and Gentlemen, A próxima estação já começou
Gianfranco Ferré: O cabedal e as peles estiveram presentes, mesmo nos looks mais improváveis. A silhueta oscilou entre o fitted, por vezes com cintos a demarcar ainda mais a cintura, outras vezes mais loose, mas nunca descontraída, aliás, toda a colecção transparece uma postura opulenta e chic. O destaque vai mesmo para as peles, colocadas sobre trenches ou por baixo de blazers, sempre a dar ao look um ar muito mais luxuoso e sofisticado. Só para alguns homens.
Jil Sander: Sempre com sobriedade, minimalismo e inovação, as roupas sobressaem pelo detalhe, e há sempre detalhes que estão presentes em quase todas as peças. Parece que esta estação foi a vez da desconstrução dos fechos e botos dos casacos, como que aplicados ou cosidos a dar uma ideia de orgânico-arquitectónico. As cores, como sempre, oscilaram entre o preto, cinzento, nude e branco. E Jil Sander é isso mesmo, muito mais que cor.
Burberry Prorsum: O brit de sempre, desta vez em silhuetas menos marcadas, mais oversized. O pêlo, o cabedal em vários tons e adereços metálico-militares estiveram quase omnipresentes, em conjunto com os habituais elementos do homem Burberry.
Dolce&Gabbana: Raramente falamos de Dolce&Gabbana no TANDANSSE, porque não nos desperta assim tanta atenção, mas esta estação não pudemos escapar aos efeitos hipnóticos do look operário do início do séc. XX, que se fazia aparecer nas botas, boinas, malhas e sobretudo nas calças, que ou muito nos enganamos ou vão fazer as delícias não só de quem as veste. As cores tresandam ao negro fabril, castanhos, cinzas e pretos, e mais uma vez os casacos oversized sobressaem como outerwear de eleição.










































